O turismo rural comunitário (TRC) encontra-se presente atualmente em todos os ecossistemas da América Latina. O fenômeno tem sido observado em grande ascensão em locais de beleza paisagística excepcional, dotada de vida selvagem e de atrativos culturais únicos. Florestas primárias ou secundárias, sejam estas secas de altitude ou tropicais; áreas lacustres, insulares ou costeiras; manguezais ou salinas cobrem um vasto leque de zonas ecológicas: de exuberantes vales amazônicos aos gélidos altiplanos. Diversas comunidades estão se abrindo para o mercado graças a “um turismo com selo próprio”, combinando atributos originais e autênticos, mas sem perder a sua alma.

Este conceito foi extraído do site do Ministério do Turismo do livro: Turismo de Base Comunitária, diversidade de olhares e experiências brasileiras, organização: Roberto Bartholo Davis Gruber Sansolo Ivan Bursztyn

(http://www.turismo.gov.br/turismo/o_ministerio/publicacoes/cadernos_publicacoes/15turismo_basecomunitaria.html).

É um conceito bem similar ao de turismo ambiental, porém o protagonista é aquele que tem em sua cultura o conhecimento do bioma. As vivência e práticas variam de comunidade para comunidade, de uma forma bem brasileira, com autenticidade e vida própria.

Ubatuba tem fortalecido os laços do turismo de base comunitária nos últimos anos e tem atraído pessoas de diversas regiões do brasil. Especialmente em suas festas tradicionais e vivências em seu meio ambiente. O cuidado com a natureza é base da sustentabilidade deste perfil de turismo e a continuidade das tradições é mantida sem que exista invasão à sua autenticidade e rituais.